A tempos que na cidade o lar se tornou dormitório. Não há mais espaço para a vida desperta, em vigília, para o barulho da vida em família acontecendo, para os encontros em roda, os jantares entre amigos, os almoços de domingo.
Cada vez mais o lar/dormitório se aproxima de um quarto de hotel ou pousada, com seu espaço que não serve ao movimento e com seus móveis que, por falta de lugar, não resguardam a memória.