Um nada que é tudo.
sexta-feira, 20 de maio de 2022
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
Ao apagar das luzes
Quando o sol se põe e a luzes se apagam, tudo que se precisa é um amor verdadeiro ao nosso lado e tudo, absolutamente tudo, ficará bem.
quarta-feira, 2 de junho de 2021
Utilidade da arte
domingo, 30 de maio de 2021
Ser infeliz
sexta-feira, 30 de abril de 2021
Passar o tempo
Passar o dia sem perceber. Passar o tempo para não ver o tempo passar. Não suportar a contemplação do tempo que passa. Prefiro ir com o tempo, lado a lado, até o seu ocaso. Nós estamos atados. O tempo não se mata. Partiremos juntos para o doce mistério.
domingo, 18 de abril de 2021
Coleção
Sobre o graça
Sobre o tempo veloz
quinta-feira, 1 de abril de 2021
Nada está bem, nada nunca ficará bem
As coisas não estão boas. Em tempo algum elas nunca estiveram boas. É preciso sempre lembrar disso, de que nada está bem e nada nunca ficará bem. Nesse chiqueiro chamado terra onde os porcos humanos chafurdam na lama nada poderá ficar bem até que o último ser humano desaparece.
segunda-feira, 15 de março de 2021
Gozo perpétuo
O que é a ciência, a filosofia e a arte senão o gozo perpétuo da humanidade. Mas a arte ainda tem uma grande vantagem: ela não pretende resolver nada. Sua vocação é ser irresolutamente gozosa.
segunda-feira, 1 de março de 2021
A culpa universal
domingo, 14 de fevereiro de 2021
Desespero
Tudo que a humanidade produziu e produz - arte, religião, ciência, tecnologias - é a expressão do desespero. Desde que a vida toma consciência de sua finitude, todas as suas realizações são formas desesperadas de se perpetuar e esquecer da morte.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
"Obra de arte"
Que coisa estúpida é este termo: "obra de arte". Nada além do que uma invenção dos sujeitos "cultos" para alçarem o gesto a uma categoria de prestígio e de cifra. Eu não acredito em "obra de arte". O que faz de tal ou qual objeto uma "obra de arte" está no âmbito da subjetividade que domina o discurso e se faz lei. O que importa é uma criticidade elevada pela construção do gosto na pluralidade da experiência estética sem a qual o gosto carrega o selo do grupo dominante ou a marca decadente de uma cultura de massa.